Fala-se tanto, hoje, em H1N1 e nos cuidados que devemos ter para preveni-lo e tratá-lo o mais rápido possível, não é verdade? E não é para menos, visto que neste ano (até junho) houve 2.315 casos e 374 mortes. Este cenário exige da população uma atenção redobrada ao problema. A Otorrinocenter entende que este é um assunto de extrema relevância e, por isso, separou os principais questionamentos relacionados ao tema. Afinal, quanto mais informação, melhor!

O que significa H1N1?

Existem inúmeros tipos de vírus que levam à gripe. Um deles é o Influenza, que se divide em A, B e C, sendo que as duas primeiras subdivisões (A e B) são consideradas as mais preocupantes. O H1N1 é um subtipo do Influenza A, daí porque o chamam de “Gripe Influenza”. Acredita-se que a primeira transmissão foi em 2009, em suínos, motivo de popularizar a patologia como “gripe suína”. Trata-se de uma doença sazonal – prevalente em uma estação do ano, muito frequente no frio, quando há maior quantidade de casos registrados.

H1N1, gripe e resfriado são iguais?

Resfriado é uma coisa, gripe é outra e gripe por Influenza (H1N1) é uma outra. Todas são causadas por vírus, porém de diversas variedades, o que resulta em particularidades nos sinais e sintomas, no tempo de incubação e na gravidade. Para entender melhor: um resfriado deixa a pessoa com mal-estar e coriza, por poucos dias, mas aos poucos o quadro melhora. Ninguém morre de resfriado. Já o H1N1 pode ser fatal.

Quais os sintomas?

O quadro é semelhante ao de uma gripe, porém os sintomas são mais intensos. Entre eles estão:
  • febre acima de 38ºC;
  • dores fortes nas articulações, no peito e na cabeça;
  • tontura;
  • cansaço;
  • falta de ar;
  • secreção nasal;
  • calafrios;
  • tosse forte;
  • vômitos.

Como é a transmissão?

É possível transmitir o vírus de duas maneiras. A primeira forma é a direta, por meio das secreções respiratórias expelidas pelo espirro e tosse. A segunda é a indireta, que ocorre a partir do contato com objetos contaminados (ex: torneiras, maçanetas, copos, talheres e outros). Por isso, o H1N1 pode atingir qualquer um, independentemente de sexo e idade. Sabe-se, no entanto, que as crianças pequenas, os idosos e as gestantes estão em um grupo mais vulnerável ao vírus.

Dá para prevenir?

Sim. Esse é um dos motivos de multiplicar as informações para as pessoas tomarem cuidados que são fundamentais para manter esse vírus distante. A principal medida de prevenção é tomar a vacina, que anualmente é oferecida nos postos e centros de saúde. Além disso, é imprescindível manter os hábitos de higiene como lavar as mãos antes das refeições, após usar o banheiro, boa alimentação, atividade física e a ingestão de muita água. Esse tipo de comportamento melhora o sistema imunológico e torna o corpo saudável. Um alerta: H1N1 não é brincadeira. Ao perceber os sintomas, procure o médico. Só o profissional pode dar o diagnóstico correto e prescrever a medicação adequada. A automedicação pode agravar o problema e trazer sérias consequências.

Saiba ais sobre a Otorrino Center

A Clínica Otorrino Center foi formada com o objetivo de fornecer ao paciente um atendimento personalizado e de qualidade. A Clínica vem aumentando sua área de atuação, por meio de profissionais qualificados, com o intuito de realizar uma medicina preventiva e resolutiva. Desde 2010, mais uma unidade foi inaugurada, a do Hospital Santa Helena, oferecendo pronto atendimento e suporte de emergência ao paciente, e em 2012 foi inaugurada a sede, mais moderna, ampla e confortável, no Ed. Jaime Leal, agregando novos exames e profissionais, com atendimento humanizado e personalizado.

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Referência em Otorrinolaringologia


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